Category: contos fantásticos Mostrar / esconder comentários | Teclas de atalho

  • Max Sthainy 5:45 pm em February 18, 2017 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Idéia interessante. Vou participar! hehe

     
  • Xhex 11:49 pm em October 4, 2016 Link permanente | Faça login para deixar um comentário
    Tags: #Abandono #Familia #Triste   

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    Abandono.
    Aprendi a conviver com o abandono.
    Menti pra mim mesma,
    dizer que ia ficar tudo bem.
    Aprendi que o espelho, podia ser outro alguém.
    Não queria amar.
    Me entregar jamais.
    Mas nunca imaginei,
    Ou esperei sequer.
    Que um dia ouviria,
    Da boca,
    Daquela boca.
    Que eu era apenas um fardo, incapaz.

     
  • Mina 1:40 pm em July 17, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    SUSTO NA MADRUGADA

    Andrei acordou assustado, ouvira uma pancada que não pôde determinar a origem, provavelmente porque tinha despertado de forma abrupta, não sabia se tinha sido sonho ou realidade. Esperou mais um pouco, olhou a hora no despertador que ficava no criado mudo, viu que marcava 02:33 da madrugada, muito cedo, ainda podia dormir por, no mínimo, mais quatro horas. Decidindo que havia sido mesmo um sonho resolveu voltar a deitar, mas quando estava perto de encostar a cabeça no seu suave travesseiro a pancada soou novamente, parecendo desta vez ainda mais forte.
    Tinha se mudado há pouco tempo para um antigo e pequeno apartamento que tinha sido herança da sua avó, Andrei nunca fora medroso, mesmo tendo passado toda a sua infância ouvindo histórias de fantasmas da sua avó Ana que sempre dizia para as crianças que elas deveriam temer os vivos e não os mortos, mas ele, na sua inocência infantil, nunca aceitava o conselho e dormia temendo os fantasmas dos contos dela. Hoje, na idade adulta, ele entendia o que ela queria dizer, acreditava que os fantasmas que arrastavam correntes só viviam na imaginação dos contadores de história e realmente tinha aprendido a temer os vivos.
    Saindo da lembrança da infância, Andrei desceu as escadas, já que parecia que o barulho tinha vindo do piso de baixo, percorreu os outros cômodos da casa, sem encontrar nada fora do lugar, até perceber um pequeno movimento no quarto que tinha pertencido a sua avó. O estômago revirou e um calafrio percorreu sua espinha, respirando profundamente, se armou do primeiro objeto que viu, uma raquete de tênis que estava encostada na parede. Aparentemente armado, abriu a porta do quarto o mais silenciosamente possível, se encolhendo ao ouvir o rangido das dobradiças envelhecidas.
    Depois de abrir a porta e não ver nada no escuro, decidiu ligar a luz e viu pequenas formas correndo pelo chão e sobre um baú envelhecido, ratos, a sensação de alívio que o percorreu quase enfraqueceu suas pernas e o derrubou no chão poeirento. Rindo de si mesmo, desligou a luz e pensou que a primeira coisa que faria na manhã seguinte seria contratar uma empresa de dedetização e uma de limpeza.
    Voltou para o seu quarto, rindo de cabeça baixa, mas ao passar a porta viu um vulto sentado na cama. Como se o tivesse esperando, o vulto se virou para ele e sorriu, era uma moça com longos cabelos ruivos e um vestido que parecia bem antigo, petrificado com a visão, a única coisa que conseguiu foi perguntar “Quem é você?”, “Olá Andrei, sua avó nunca lhe disse que as histórias que ela contava para você foram ditas por mim? Estou presa nesta dimensão como punição por ter me suicidado após assassinar meu marido e meus enteados e a única coisa que me manteve sã até então foram as histórias da minha vida que eu compartilhava com Ana, mas agora que ela se foi acho que terei que compartilhá-las com você.”

     
  • SonhadoraExcluida 4:28 pm em June 28, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Palavras curtas, sentimentos longos

    Sonhad0ra-Excluida.tumblr.com
     
  • SonhadoraExcluida 4:24 pm em June 28, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Olá gente! Parabens pela iniciativa do site.
    Adicionem no Spirit: Elliebarker
    nyah! Fanfiction: Sonhadora-Excluida
    Tumblr: Sonhad0ra-Excluida

    Tenho fanfics publicadas em ambos os sites de fanfiction :)

     
  • Ester Uchiha.

    Ester Uchiha. 10:31 pm em May 30, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Ela o observava do alto.Ele avia mudado muito, crescera bastante,continuava magro mas seus olhos tinhão algo a mais.estava ficando cansada de voar e resolveu descer,ao chegar no chão parou atras dele,que pareceu não notar, aproveitando isso ela escondeu o que a ligava ao mundo oculto:asas, orelhas pontiagudas,…
    Ele virou como se por instinto a tempo de ver o cadelo dela mudar de loiro para castanho e os olhos para amarelos,ao observar a sena ficou com as sobrancelhas erguidas em sinal de espanto.Percebendo que ele a estava encarando ela começou a andar em direção a ele e empurrar suas costas.
    -Vamos ande,quanto mais cedo chegarmos a sua casa mais cedo eu posso ficar em paz! – ela refletiu sobre o que avia acabado de dizer e se sentiu culpada por não ter escolhido as palavras com mais cuidado.
    -E se eu não fizer o que você quer?Vai fazer o que comigo?Vai me dar uma cabeçada no joelho? – perguntou ele colocando a mão encima da cabeça dela.
    Esticando a mão para o lado em segundos ela não estava mais de mãos vazias, agora segurava um punhal de cabo de rubi, encostou sorrateiramente o punhal na barriga do rapaz que não percebeu o gesto.
    -Olhe para baixo – disse ela com um sorriso no canto da boca – Uma cabeçada é a ultima coisa que eu pensaria em fazer.
    Ao olhar para baixo viu a faca segurada pela pequena mão da garota,ele sorriu mostrando os dentes brancos,Mellyssi retirou a faca da barriga dele e a ergueu na altura do rosto e a arremessou em direção a uma arvore porem não chegou a arvore em vez disso ela partiu uma flecha ao meio fazendo com que cada parti fosse para um lado diferente, virou para Leonardo e gritou:
    -Saia daqui agora!
    -Mais e você? – perguntou ele olhando para a pequena elfa com preocupação.
    -Vá!
    Ele corre alguns metros que é o suficiente para chegar a fronteira dos mundos, ele passa a barreira e olha para traz e a unica coisa que é capas de ver é Mellyssi cortando fora a cabeça de uma criatura estranha com asas e muitas outras indo em direção a ela.Ele voltou para o mundo humano antes de ver mais,todo que ele via agora eram prédios e ruas iluminadas com luzes alaranjadas por causa da noite, quando ele começou a andar ouviu um barulho e olhou para traz;a menina estava lá, de pé…

     
  • Ester Uchiha.

    Ester Uchiha. 1:36 am em May 19, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Do alto de uma arvore com folhas de cristal encantado Mellyssi observava o movimento da cidade dos humanos, ela ficava maravilhada com eles e também aterrorizada. Seus sorrisos,olhares e gestos podiam significar varias coisas e isso perecia ser divertido.
    Ela era uma assassina do mundo oculto, onde existiam fadas, lobisomens, gnomos,elfos, bruxas, sereias e tudo o que se pode imaginar. Quando foi descer da arvore seus cabelos loiros e longos arrastaram-se por entre os galhos e suas asas arrastaram-se pelo chão de pedra. Um barulho chamou sua atenção e suas longas e pontiagudas orelhas de elfo foram para traz em sinal de alerta; Um humano saio de traz de uma moita, ele era alto, magro, com pele branca, cabelos negros e os olhos também negros refletiam a imagem dela; corpo pequeno e magro,cabelos longos com cachos loiros, olhos verde-limão atentos e vestido preto curto na frente e longo atras.Ela começou a reconhecer o rapaz e falou para si:
    -Leonardo?
    -Você é aquela menina que me salvou quando eu era criança não é? – ele pergunta dando um passo em direção a ela.
    -Não é possível que você lembre de min … como chegou ate aqui ?
    -Eu acordei aqui e não lembro como vim parar aqui,então eu escutei um som estranho e vim ate aqui…
    -Vou leva-lo de volta.
    -Sem querer soar desagradável, o que você é?
    -Um elfo.
    -Serio ?
    A resposta não pode ser dita, uma bola de fogo escarlate veio em direção a ele, ela si moveu rápido o suficiente para ficar entre ele e a bola de fogo, ela só precisou abrir as asas para envolve-lo; ela foi atingida em cheio. Assim que o fogo se apagou ela fechou as asas, pegou alguma coisa no sinto do vestido;uma faca e a arremessou na direção de um arvore e um pequeno gemido foi ouvido uma fada caio morta com a faca encantada no meio do peito.
    -Você esta bem? – pergunta ela para Leonardo sem se virar para olhar para ele.
    -Sim estou….
    -Então não temos que ficar conversando, vou leva-lo para casa- ela começa a andar e mudar de forma.
    E antes que as asas sumissem ele teve o deslumbre de suas pontas queimadas, ele deu uma pequena corrida e ficou atras dela.
    -Mellyssi!
    Quando ela se vira para encora-lo recebe um beijo do rapaz, ele fica um pouco ereto para beija-la, ela estava com os olhos abertos encarando-o com descrença, ele a envolvia em seus braços magros porem fortes.Quando tirou os lábios da boca dela se falou a seu ouvido com a voz doce:
    -Esse é meu agradecimento, Mellyssi…
    Ainda se recuperando do susto ela volta a raciocinar e percebe que ele a avia chamado pelo nome sem que ela o tivesse dito e resolve perguntar:
    -Isso pode parecer inapropriado mais…como você sabe meu nome?
    -Você não é a unica que aprende nomes.Sabia?
    Ele a liberta mas não souta sua mão.Ela olha para a mão dele e faz com que a mão dela atrevesse a dele.Ele a encara e ela diz :
    -Não mi encare desse jeito, não tenho culpa se você não tem asas- ela se afasta dele um pouco saltitante e em um pequeno pulo abre as asas azuladas e ergui voo, ele começa a indicar para onde eles devem ir….

     
  • Alma 9:30 pm em April 30, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    E FOI ASSIM…

    No bairro da Fé onde vivo há mais de duzentos anos, sendo os últimos cem anos em total solidão, andou acontecendo muita coisa estranha que merece ser relatada. Primeiro foi o caso do tio Atílio que tinha uma estatura normal, um pouco mais alto que os irmãos, mas dentro da normalidade e que depois de comer umas folhinhas que nasceram no poço da casa de d. Jenu, só para implicar com as crianças que viviam dizendo que tudo era veneno por conta de umas manchas cor de rosa que nasceram no pelo da gatinha Doroteia que antes era branquinha feito algodão e que agora estava toda cor de rosa mais parecendo um algodão doce, e tudo por causa de um tal chá que a gatinha bebera sem querer. Pois é, e o tio Atílio comeu as tais folhinhas e danou a crescer que já estava com mais de dois metros e meio de altura e só parou depois da procissão pra Nossa Senhora dos Desvalidos e da promessa que madrinha fez e que ninguém nunca soube qual foi senão não funcionava. E agora esse sumiço da madrinha que ninguém sabe explicar…
    A coisa foi ficando assim muito esquisita. Já era a segunda vez que Tininha acordava no meio da noite pendurada no lustre do quarto, e era uma dificuldade tira-la de lá. Da primeira vez foi relativamente fácil, o tio Atílio estava em casa e alto como ele era nem precisou subir em nada, mas da segunda vez quando ouvimos os seus gritos e corremos para o quarto das meninas foi um susto só. Tininha não só estava pendurada no lustre como estava de cabeça para baixo. Ela não se lembrava de como tinha ido parar ali daquele jeito. Ainda bem que ela sempre foi uma menina magrinha caso contrário o lustre já tinha se espatifado no chão e a cena daquela noite seria trágica e não engraçada. Mas não era esse o caso, o grande problema além de tirá-la lá de cima era descobrir como ela foi parar lá.
    Depois de muita conversa e opiniões das mais absurdas, entre elas a de amarrar Tininha na cama e outra de amarrar um peso nos pés da pobre menina, resolveu-se que faríamos uma escala de pernoite para vigiar Tininha. Ah, e só pra completar, nós tiramos Tininha do lustre fazendo um aparador com o cobertor e e ela se jogou do lustre e caiu certinho no meio do coberto e como chorava a coitadinha… Ela sempre foi uma criança diferente, apareceu assim de repente na casa de D. Inês ainda bem pequenininha, foi criada como filha e D. Inês nunca gostou muito de falar do acontecido pra mais de sete anos. Dizem as más línguas que ela era fruto de um amor proibido entre dois irmãos que morreram por conta desse amor e que uma ama tinha trazido a menina no meio da noite para D. Inês para que a família não lhe fizesse nenhum mal, e é claro que ninguém acreditava nisso, pois ela era uma criança como qualquer outra daquela casa, quer dizer não tinha nenhum rabinho de porco ou coisa parecida…as pessoas é que falavam demais… A primeira noite foi sorteada para madrinha. D. Inês era madrinha de quase todas as crianças da casa e da redondeza toda, porque, modéstia À parte nós éramos uma comunidade muito fértil e o que nunca faltou foi criança pra batizar e acabou que D. Inês ficou sendo a madrinha oficial, primeiro só da família, depois do bairro toso e isso era muito prático pois, ninguém se melindrava com essa história de escolha de madrinha…
    Madrinha colocou a cadeira de balanço bem no meio do quarto debaixo do lustre e de frente para a cama de Tininha. Sentou seus noventa e oito quilos na coitada da cadeira que gemia aos movimentos dela; achou que desse jeito poderia dar conta de vigiar cada movimento da menina que dormia feito um anjinho. E era isso mesmo que a menina parecia ser com seu corpinho franzino e o olhar mais doce que um mortal podia ter; mas foi o tempo de uma cochiladinha de nada e pronto lá estava Tininha dessa vez em cima do guarda-roupa… Pula Tininha, pula que eu te aparo dizia a madrinha se sentido culpada pela cochiladinha e Tininha pulava pois, que já estava ficando acostumada com essas situações e num colo macio feito aquele qualquer um pulava, era um colo de confiança. E a escala continuou pela semana afora, mas era só bobear um instantinho que Tininha aparecia emboletada em algum móvel da casa de preferência os mais altos.
    É interessante como as pessoas se acostumam com tudo. Tininha já estava craque em descer de armários, lustres, prateleiras, estantes e já se deixava umas escadas em alguns lugares estratégicos da casa para evitar algum acidente. O que o pessoal da casa não tinha percebido, pois que a noite todos dormiam, menos eu é claro, é que Tininha não usava mais escadas ou cadeiras para descer dos móveis, ela simplesmente planava e tão suavemente que não se ouvia nenhum barulho. No início ela voltava para a cama e dormia de novo mas uma noite estava sem sono e abriu a janela, a noite cheirava a jasmim, o perfume viajava do outro lado da cidade até sua janela e Tininha respirou fundo tão fundo que seu peito se encheu e seus pés saíram do chão e Tininha balançou no ar feito uma folhinha que o vento leva sem destino, primeiro rodopiou pelo quarto num voo tímido e bem lento testando o próprio corpo e depois mais segura alcançou a janela e bem, uns disseram que virou anjo outros que foi raptada pois que anjo não existe, outros falaram em arte do demônio ou coisa de Deus e ouve até quem arriscasse a dizer que os jovens amantes proibidos foram perdoados por Deus e vieram buscar a filhinha que era só um anjinho nessa história maluca. H á quem afirme até hoje que eles vinham durante a noite visitar madrinha e traziam doces angelicais desses que não engordam, feito os doces da negra Zeinha, que era para um dia poderem leva-la com eles e que é por isso tudo que a madrinha perdeu aquela banha toda e já estava até dando uns pulinhos mais altos na esperança de alçar voo até que ela sumiu do quarto…E eu fiquei aqui sozinha, enfincada nesse jardim pois ela era a única que ainda falava comigo depois que eu bebi aquele chá de folha roxa do quintal de D. Jenú que era pra ser calmante mas que fez eu criar raízes que me prenderam a essa terra de doidos para sempre. E foi assim…

    Leila Vieira da Silva Baptista.

     
  • Alma 9:22 pm em April 29, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Epitáfio
    Quando eu morrer gente quero nascer árvore
    Por favor me enterrem bem no alto da colina
    E minhas raízes serão tão fundas
    Que penetrarão o coração da terra
    Solidão? que nada…
    Eu terei galhos fortes e folhas viçosas
    Florirei na primavera
    E gerarei muitos frutos antes do inverno
    Quando o inverno chegar
    Agasalharei muitos pássaros
    Mil borboletas voarão até mim
    Para em mim depositarem seus ovinhos
    E eu protegerei seus casulos
    Enroscados em minhas folhas
    E quando borboletinhas nascerem
    Elas irão contar ao mundo onde eu moro
    E no verão todos virão desfrutar de minha sombra
    E eu viverei para sempre
    Com minhas raízes profundas
    Plantadas bem fundo no coração de vocês
    Solidão? Que nada…

     
  • Alma 5:55 pm em April 29, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
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    Os poemas ou contos enviados ao público do jeito que foi descrito devem ser anônimos ou assinados ou com a informação do site ou apenas o poema…

     
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