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  • admin 6:02 pm em May 3, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: duvida, informação ( 1 )

    Desafio da vez … 

    1º Escrever uma poesia ou conto.

    2º Largar em algum lugar movimentado.

    3º Fotografar o texto, ou reescrever no http://fantasybook.wc.lt/ com o endereço de onde está escondido.

    4º Informar de onde terá mais um texto pra se ler. (Pode colocar o endereço do próprio site, ou o lugar onde você saiba que tem outro texto).

     
  • Max Sthainy 5:45 pm em February 18, 2017 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    Idéia interessante. Vou participar! hehe

     
  • Xhex 11:49 pm em October 4, 2016 Link permanente | Faça login para deixar um comentário
    Tags: #Abandono #Familia #Triste   

    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    Abandono.
    Aprendi a conviver com o abandono.
    Menti pra mim mesma,
    dizer que ia ficar tudo bem.
    Aprendi que o espelho, podia ser outro alguém.
    Não queria amar.
    Me entregar jamais.
    Mas nunca imaginei,
    Ou esperei sequer.
    Que um dia ouviria,
    Da boca,
    Daquela boca.
    Que eu era apenas um fardo, incapaz.

     
  • admin 10:46 am em August 19, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário
    Tags: micro-conto, tempo   

    Categories: micro-romance ( 3 )

    Chegou um dia em que contar os dias se tornou irrelevante, tudo era sempre igual, o tempo não precisava mais correr porque nada de novo acontecia. Não importava quanto anos haviam passado, datas não faziam mais sentido. Mas o tempo passou mesmo sem ser medido, e as pessoas por estarem livres deles começaram a criar cada dia uma nova aventura.

     
  • Mina 1:40 pm em July 17, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    SUSTO NA MADRUGADA

    Andrei acordou assustado, ouvira uma pancada que não pôde determinar a origem, provavelmente porque tinha despertado de forma abrupta, não sabia se tinha sido sonho ou realidade. Esperou mais um pouco, olhou a hora no despertador que ficava no criado mudo, viu que marcava 02:33 da madrugada, muito cedo, ainda podia dormir por, no mínimo, mais quatro horas. Decidindo que havia sido mesmo um sonho resolveu voltar a deitar, mas quando estava perto de encostar a cabeça no seu suave travesseiro a pancada soou novamente, parecendo desta vez ainda mais forte.
    Tinha se mudado há pouco tempo para um antigo e pequeno apartamento que tinha sido herança da sua avó, Andrei nunca fora medroso, mesmo tendo passado toda a sua infância ouvindo histórias de fantasmas da sua avó Ana que sempre dizia para as crianças que elas deveriam temer os vivos e não os mortos, mas ele, na sua inocência infantil, nunca aceitava o conselho e dormia temendo os fantasmas dos contos dela. Hoje, na idade adulta, ele entendia o que ela queria dizer, acreditava que os fantasmas que arrastavam correntes só viviam na imaginação dos contadores de história e realmente tinha aprendido a temer os vivos.
    Saindo da lembrança da infância, Andrei desceu as escadas, já que parecia que o barulho tinha vindo do piso de baixo, percorreu os outros cômodos da casa, sem encontrar nada fora do lugar, até perceber um pequeno movimento no quarto que tinha pertencido a sua avó. O estômago revirou e um calafrio percorreu sua espinha, respirando profundamente, se armou do primeiro objeto que viu, uma raquete de tênis que estava encostada na parede. Aparentemente armado, abriu a porta do quarto o mais silenciosamente possível, se encolhendo ao ouvir o rangido das dobradiças envelhecidas.
    Depois de abrir a porta e não ver nada no escuro, decidiu ligar a luz e viu pequenas formas correndo pelo chão e sobre um baú envelhecido, ratos, a sensação de alívio que o percorreu quase enfraqueceu suas pernas e o derrubou no chão poeirento. Rindo de si mesmo, desligou a luz e pensou que a primeira coisa que faria na manhã seguinte seria contratar uma empresa de dedetização e uma de limpeza.
    Voltou para o seu quarto, rindo de cabeça baixa, mas ao passar a porta viu um vulto sentado na cama. Como se o tivesse esperando, o vulto se virou para ele e sorriu, era uma moça com longos cabelos ruivos e um vestido que parecia bem antigo, petrificado com a visão, a única coisa que conseguiu foi perguntar “Quem é você?”, “Olá Andrei, sua avó nunca lhe disse que as histórias que ela contava para você foram ditas por mim? Estou presa nesta dimensão como punição por ter me suicidado após assassinar meu marido e meus enteados e a única coisa que me manteve sã até então foram as histórias da minha vida que eu compartilhava com Ana, mas agora que ela se foi acho que terei que compartilhá-las com você.”

     
  • SonhadoraExcluida 4:28 pm em June 28, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    Palavras curtas, sentimentos longos

    Sonhad0ra-Excluida.tumblr.com
     
  • SonhadoraExcluida 4:24 pm em June 28, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    Olá gente! Parabens pela iniciativa do site.
    Adicionem no Spirit: Elliebarker
    nyah! Fanfiction: Sonhadora-Excluida
    Tumblr: Sonhad0ra-Excluida

    Tenho fanfics publicadas em ambos os sites de fanfiction :)

     
  • Allen Walker 12:26 am em June 9, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: micro-romance ( 3 )

    Entro no café – busco o calor do ambiente para aquecer meus anseios repentinos daquela sexta-feira gelada . Uma olhada rápida em volta me traz algumas informações: um grupo de três mulheres muito bem vestidas na mesa mais próxima à saída degustando seus chás blends e conversando sobre suas vidas numa batalha íntima e feroz de egos, onde a viagem à Europa de uma não pode ser mais importante do que a promoção para o emprego dos sonhos de outra. Um homem com um grosso casaco, aparentando meia idade, encostado numa mesa colada à parede do canto esquerdo do salão. Ao passar por ele e me dirigir ao balcão para fazer o meu pedido, consigo apenas ouvir murmuros inaudíveis do que parece ser uma música antiga. Músicas de sua terra natal, talvez? Não que eu me importe, mas seu semblante alheio à realidade e aquilo que outrora devia ter sido uma caneca fumegante de café trazem-me uma sensação súbita de piedade para com aquele homem que nunca havia visto na vida.
    Mas quem sou eu para sentir piedade dos outros? Logo eu, que entro naquele estabelecimento apenas para passar o tempo e ser mais um a lamentar as oportunidades perdidas, reclamar de tudo, ou ainda, quem sabe, começar a entoar músicas que só eu conheça num volume baixo demais e de maneira descoordenada para que nenhum desconhecido que venha a cruzar meu caminho consiga distinguir algum dos versos e tenha algo para encher a cabeça por um punhado de minutos, antes que seus próprios problemas o tragam de volta à realidade. Quem sou eu, para achar que os problemas das pessoas sejam meras questões simplórias, menos interessantes e portanto menos dignas de atenção, como se cada pessoa ao entrar no apertado café passasse por uma espécie de pesagem emocional, para determinar o nível de interesse por parte dos demais?
    Você pode estar pensando… Essa é uma atmosfera opressiva demais para um simples pub, e um lugar com essa clientela não pode jamais ser considerado convidativo. Hmm… na verdade, não. O local é bem iluminado, bem decorado, mobília simples mas de muito bom gosto, com um toque refinado e meio rústico que evoca uma sensação intimista e de contato com os sentimentos interiores. Me arrisco a dizer que é um ótimo lugar para trazer a namorada depois de um passeio, vir com os amigos depois de um programa mais agitado, colegas de trabalho durante os minutos de folga do serviço, ou até vir com o cachorro depois da caminhada no parque, se a direção assim o permitisse. A equipe do café é bastante atenciosa… Nada fora do normal, mas o bastante para criar uma sensação de bem estar coletivo, e quem sabe prender o cliente por mais uma xícara de café, ou mais um brownie – não sou especialista em bolos e doces, e tudo aquilo me pareciam brownies. Se não eram, azar. Para efeito dessa narrativa, passaram a ser – à disposição no balcão, ou ainda, um dos croissants com recheios estranhos mas convidativos. Então, porque a amargura?
    Não, meu problema não é o lugar. É o que me levou até ali. Aliás, o que me levou até ali? Nem eu mesmo sei. Nunca havia ido até aquela loja, ou em nenhuma nos arredores, mesmo que esta rua estivesse sempre no meu caminho de casa até o serviço. Acho que foi apenas a necessidade de ver outras pessoas, em momentos de relaxamento, em momentos de ócio, em momentos de dispersão da realidade do mundo exterior. É claro, existe também o motivo lógico: a tarde fria que faz lá fora enquanto neva continuamente desde o início do dia, tornando qualquer caminhada simples numa luta de perseverança e força de vontade. Desde o início da semana, a temperatura cada vez mais severa mudou a paisagem da cidade bem como o vestuário de seus habitantes, comigo incluído. Mas também não foi isso que determinou minha parada naquele ponto em especial. Ainda existem outros motivos a serem discriminados, mas não por agora.
    Voltemos ao café. Chego ao balcão e peço um café especial da casa, com aromas especiais de avelãs de uma variedade única colhidas da região, segundo me conta a atendente simpática do balcão (já mencionei que todos aqui são simpáticos?). Recuso qualquer outra coisa além do líquido negro aquecido, e escuto uma nova explicação sobre a exclusividade dos ingredientes que minha mente desiste de tentar registrar. Mantenho-me no balcão um pouco mais de tempo, esperando o meu café. Por um momento olho na direção da porta, como se esperasse que a minha alma gêmea adentrasse por aquela porta adentro, e por minha vida adentro… Mas isso é assunto para quando chegar o meu desejado café…

     
  • Ester Uchiha.

    Ester Uchiha. 10:31 pm em May 30, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    Ela o observava do alto.Ele avia mudado muito, crescera bastante,continuava magro mas seus olhos tinhão algo a mais.estava ficando cansada de voar e resolveu descer,ao chegar no chão parou atras dele,que pareceu não notar, aproveitando isso ela escondeu o que a ligava ao mundo oculto:asas, orelhas pontiagudas,…
    Ele virou como se por instinto a tempo de ver o cadelo dela mudar de loiro para castanho e os olhos para amarelos,ao observar a sena ficou com as sobrancelhas erguidas em sinal de espanto.Percebendo que ele a estava encarando ela começou a andar em direção a ele e empurrar suas costas.
    -Vamos ande,quanto mais cedo chegarmos a sua casa mais cedo eu posso ficar em paz! – ela refletiu sobre o que avia acabado de dizer e se sentiu culpada por não ter escolhido as palavras com mais cuidado.
    -E se eu não fizer o que você quer?Vai fazer o que comigo?Vai me dar uma cabeçada no joelho? – perguntou ele colocando a mão encima da cabeça dela.
    Esticando a mão para o lado em segundos ela não estava mais de mãos vazias, agora segurava um punhal de cabo de rubi, encostou sorrateiramente o punhal na barriga do rapaz que não percebeu o gesto.
    -Olhe para baixo – disse ela com um sorriso no canto da boca – Uma cabeçada é a ultima coisa que eu pensaria em fazer.
    Ao olhar para baixo viu a faca segurada pela pequena mão da garota,ele sorriu mostrando os dentes brancos,Mellyssi retirou a faca da barriga dele e a ergueu na altura do rosto e a arremessou em direção a uma arvore porem não chegou a arvore em vez disso ela partiu uma flecha ao meio fazendo com que cada parti fosse para um lado diferente, virou para Leonardo e gritou:
    -Saia daqui agora!
    -Mais e você? – perguntou ele olhando para a pequena elfa com preocupação.
    -Vá!
    Ele corre alguns metros que é o suficiente para chegar a fronteira dos mundos, ele passa a barreira e olha para traz e a unica coisa que é capas de ver é Mellyssi cortando fora a cabeça de uma criatura estranha com asas e muitas outras indo em direção a ela.Ele voltou para o mundo humano antes de ver mais,todo que ele via agora eram prédios e ruas iluminadas com luzes alaranjadas por causa da noite, quando ele começou a andar ouviu um barulho e olhou para traz;a menina estava lá, de pé…

     
  • Ester Uchiha.

    Ester Uchiha. 1:36 am em May 19, 2015 Link permanente | Faça login para deixar um comentário  
    Categories: contos fantásticos ( 18 )

    Do alto de uma arvore com folhas de cristal encantado Mellyssi observava o movimento da cidade dos humanos, ela ficava maravilhada com eles e também aterrorizada. Seus sorrisos,olhares e gestos podiam significar varias coisas e isso perecia ser divertido.
    Ela era uma assassina do mundo oculto, onde existiam fadas, lobisomens, gnomos,elfos, bruxas, sereias e tudo o que se pode imaginar. Quando foi descer da arvore seus cabelos loiros e longos arrastaram-se por entre os galhos e suas asas arrastaram-se pelo chão de pedra. Um barulho chamou sua atenção e suas longas e pontiagudas orelhas de elfo foram para traz em sinal de alerta; Um humano saio de traz de uma moita, ele era alto, magro, com pele branca, cabelos negros e os olhos também negros refletiam a imagem dela; corpo pequeno e magro,cabelos longos com cachos loiros, olhos verde-limão atentos e vestido preto curto na frente e longo atras.Ela começou a reconhecer o rapaz e falou para si:
    -Leonardo?
    -Você é aquela menina que me salvou quando eu era criança não é? – ele pergunta dando um passo em direção a ela.
    -Não é possível que você lembre de min … como chegou ate aqui ?
    -Eu acordei aqui e não lembro como vim parar aqui,então eu escutei um som estranho e vim ate aqui…
    -Vou leva-lo de volta.
    -Sem querer soar desagradável, o que você é?
    -Um elfo.
    -Serio ?
    A resposta não pode ser dita, uma bola de fogo escarlate veio em direção a ele, ela si moveu rápido o suficiente para ficar entre ele e a bola de fogo, ela só precisou abrir as asas para envolve-lo; ela foi atingida em cheio. Assim que o fogo se apagou ela fechou as asas, pegou alguma coisa no sinto do vestido;uma faca e a arremessou na direção de um arvore e um pequeno gemido foi ouvido uma fada caio morta com a faca encantada no meio do peito.
    -Você esta bem? – pergunta ela para Leonardo sem se virar para olhar para ele.
    -Sim estou….
    -Então não temos que ficar conversando, vou leva-lo para casa- ela começa a andar e mudar de forma.
    E antes que as asas sumissem ele teve o deslumbre de suas pontas queimadas, ele deu uma pequena corrida e ficou atras dela.
    -Mellyssi!
    Quando ela se vira para encora-lo recebe um beijo do rapaz, ele fica um pouco ereto para beija-la, ela estava com os olhos abertos encarando-o com descrença, ele a envolvia em seus braços magros porem fortes.Quando tirou os lábios da boca dela se falou a seu ouvido com a voz doce:
    -Esse é meu agradecimento, Mellyssi…
    Ainda se recuperando do susto ela volta a raciocinar e percebe que ele a avia chamado pelo nome sem que ela o tivesse dito e resolve perguntar:
    -Isso pode parecer inapropriado mais…como você sabe meu nome?
    -Você não é a unica que aprende nomes.Sabia?
    Ele a liberta mas não souta sua mão.Ela olha para a mão dele e faz com que a mão dela atrevesse a dele.Ele a encara e ela diz :
    -Não mi encare desse jeito, não tenho culpa se você não tem asas- ela se afasta dele um pouco saltitante e em um pequeno pulo abre as asas azuladas e ergui voo, ele começa a indicar para onde eles devem ir….

     
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